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terça-feira, 18 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Agrotóxicos
Há 3 anos, o Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos. São 850 milhões de litros por ano, ⅕ do do que todo o planeta consome. Na ponta do lápis, significa que cada pessoa ingere 5 litros de veneno por ano. Por aqui, se usa agrotóxicos banidos há tempos em outros países. Estudos toxicológicos confirmam que o coquetel de agrotóxicos ingerido no consumo de frutas e verduras pode causar Mal de Parkinson e Alzheimer e outras doenças degenerativas. Puros ou associados, aumentam casos de câncer, aborto, doenças neurológicas, má formação fetal e mal estar constante entre agricultores, moradores rurais e consumidores.O uso dos venenos se alastra no campo e nas zonas periurbanas, por terra, ar e água e o efeito dessa carga pesada contamina rios e solos, diminui a biodiversidade e definitivamente não aumenta a produtividade tampouco resolve o gigante problema da fome e da insegurança alimentar e nutricional, como alegam os fabricantes de veneno, pesquisadores financiados por estas empresas e técnicos agrícolas ultrapassados.O lodo sujo da indústria química agroalimentar vem à tona à medida que a sociedade sofre, se organiza e bota a boca no mundo.
Texto original: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/habitat/o-veneno-est%C3%A1-na-mesa-e-o-ant%C3%ADdoto-004630648.html
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Nova espécie de macaco com juba é encontrada na África
Uma nova espécie de macaco foi encontrada na África. É apenas a segunda espécie de primata a ser identificada em 28 anos, de acordo com cientistas.
O primata foi descoberto na República Democrática do Congo, onde ele é conhecido como ''lesula''.
Engaiolado
O primeiro contato que cientistas tiveram com o macaco foi quando eles encontraram uma fêmea jovem, mantida em uma gaiola por um professor de escola primária, na cidade de Opala.
Seis meses depois de encontrar o animal preso, especialistas conseguiram achar outros primatas da espécie no ambiente selvagem.
''Quando demos início às nossas investigações, não sabíamos o quão importante do ponto de vista biológico seriam as nossas descobertas'', afirma John Hart, da Fundação Lukuru, que comandou o projeto.
''Não esperávamos encontrar uma nova espécie, especialmente entre um grupo tão conhecido como os macacos guenon africanos'', acrescenta o pesquisador.
No documento que descreve os animais, os cientistas detalharam seus traços distintos: "Uma juba de longos fios loiros rodeando um rosto pálido e nu com um focinho com uma faixa cor de creme vertical''.
Rosto peculiar
O rosto desnudo do lesula é diferente do rosto negro e peludo do parente mais próximo do animal.
O primata ganhou o nome científico de Cercopithecus lomamiensis, em homenagem ao rio Lomani, localizado na região de seu habitat natural.
Os pesquisadores acreditam que o animal viva em uma área de cerca de 17 mil quilômetros quadrados na região central da República Democrática do Congo.
Os especialistas temem que devido ao fato de a espécie viver concentrada em uma mesma região ela poderia estar mais ameaçada por ações predatórias, como a prática da caça para usar sua carne como alimento.
O antropólogo Andrew Burrell, da Universidade de Nova York, disse à BBC que ''a descoberta pode representar talvez a primeira desta floresta notável, mas pouco conhecida na parte central da República Democrática do Congo, uma região de grande diversidade de primatas''.
domingo, 9 de setembro de 2012
Voltandoooo - Áreas protegidas representam apenas 12,7% das áreas do planeta
Áreas de proteção ambiental cobrem 12,7% da superfície terrestre do planeta, ainda abaixo dos objetivos traçados pela ONU, enquanto a América Latina lidera o ranking das regiões com maior área protegida, revelou um estudo global divulgado nesta sexta-feira.
Segundo o relatório "Planeta Protegido", áreas destinadas a parques nacionais e outros tipos de reservas ambientais cresceram ante os 8,8% registrados em 1990.
"Áreas protegidas têm contribuído significativamente para a conservação da biodiversidade, e um aumento em sua cobertura e efetividade é vital para prosperidade do planeta e das comunidades no futuro", disse a diretora-geral da União Internacional para a Conservação da Natureza, Julia Marton-Lefèvre, durante o Congresso Mundial da Natureza, em Jeju, na Coreia do Sul.
O levantamento mostra que a América Latina tem 20,4% de suas terras protegidas oficialmente, acima da média das regiões em desenvolvimento --13,3% de área protegidas-- e das regiões desenvolvidas do planeta, que têm 11,6% de suas áreas protegidas.
"Para atingir a meta de 17% estabelecidas pela CDB com áreas nacionais protegidas, mais 6 milhões de quilômetros quadrados de áreas terrestres e de águas continentais terão que ser reconhecidos como protegidos, uma área 10 vezes o tamanho de Madagascar", disse o relatório.
O estudo também trata de áreas protegidas no oceano, onde a meta está mais longe de ser cumprida. Atualmente, 4% de áreas de oceano sob jurisdição de países estão protegidas, enquanto a meta até 2020 é de 10% da área.
EfetividadeAs entidades que organizaram o estudo avaliam, no entanto, que áreas protegidas oficialmente não significam que na prática esteja ocorrendo conservação dos recursos naturais.
Reportagem da Reuters publicada no início de agosto, mostrou que mudanças adotadas na gestão da presidente Dilma Rousseff promoveram um recuo na política ambientalista progressista do governo federal de quase duas décadas, incluindo a transferência, da noite para o dia, da autoridade ambiental a governos estaduais e municipais, responsáveis --entre outras coisas-- pela fiscalização de áreas de preservação.
EfetividadeAs entidades que organizaram o estudo avaliam, no entanto, que áreas protegidas oficialmente não significam que na prática esteja ocorrendo conservação dos recursos naturais.
Reportagem da Reuters publicada no início de agosto, mostrou que mudanças adotadas na gestão da presidente Dilma Rousseff promoveram um recuo na política ambientalista progressista do governo federal de quase duas décadas, incluindo a transferência, da noite para o dia, da autoridade ambiental a governos estaduais e municipais, responsáveis --entre outras coisas-- pela fiscalização de áreas de preservação.
Dados de: JEJU, Coreia do Sul, 7 Set (Reuters)
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